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Classificação das instituições de ensino superior em Alagoas Classificação das instituições de ensino superior em Alagoas

Classificação das instituições de ensino superior em Alagoas

Saiu o ranking RUF 2018 (Ranking Universitário Folha). Como estamos em Alagoas?

 

A maioria das instituições de ensino superior em Alagoas estão em situação incômoda, segundo RUF 2018, UFAL na posição 48ª, Uneal 117ª, CESMAC 141ª e IFAL de 251ª a 300ª entre as instituições avaliadas. Independentemente de estarmos no estado de Alagoas, pequeno e com poucos recursos, trata-se de um parâmetro para pensarmos sobre o ensino superior disponibilizado aos alagoanos.

Quanto aos cursos ofertados pelas universidades e outras instituições de ensino superior em Alagoas, segundo o Ranking, observa-se as seguintes posições para alguns cursos.

BIOLOGIA

UFAL – 48ª

UNEAL – 117ª

CESMAC – 141ª

 

CIÊNCIAS CONTÁBEIS

UFAL – 47ª

CESMAC – 171ª

SEUNE – 196ª

FITS – Entre a 250ª e 300ª

UNEAL – Entre a 501ª e 600ª

 

DIREITO

UFAL – 49ª

FITS – 104ª

SEUNE – 113ª

CESMAC – 126ª

UNEAL – Entre a 401ª e 500ª

 

GEOGRAFIA

UFAL – 45ª

UNEAL – 86ª

 

HISTÓRIA

UFAL 49ª

CESMAC – 73ª

UNEAL 101ª

 

LETRAS

UFAL – 34ª

UNEAL – 77ª

CESMAC – 84ª

IFAL 182ª

 

MATEMÁTICA

UFAL – 42ª

UNEAL – 107ª

FACULDADE SÃO FRANCISCO – 171ª

IFAL – 184ª

 

QUÍMICA

UFAL – 30ª

UNEAL – 76ª

IFAL – 109ª

 

De fato é uma situação que precisa de olhar especial que envolve recursos, compromisso, gestão de qualidade e compreensão sobre o papel do ensino superior no desenvolvimento de uma região, além de outras questões. Sem dúvida é essencial investir em educação, fazer com que seja prioridade, considerar que com educação teremos mais saúde, trabalho, dignidade e consequentemente melhor qualidade de vida, mas é necessário também um esforço coletivo para solucionar o problema do ensino em Alagoas.

A velocidade com que novos conhecimentos estão sendo gerados deve ser um alerta para que os governantes, professores, alunos e comunidade direcionem mais suas atenções para as instituições de ensino.

Quaisquer que sejam as propostas com o intuito de fortalecer as universidades será necessário deixar de lado as questões, meramente, corporativas, excluir do planejamento as questões de interesses, puramente, políticos partidários, de classe de trabalhadores, interesses individuais, entre outros que não buscam o benefício coletivo.

A qualidade do ensino depende do compromisso de todos.

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