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Dólar Flutuante e Dólar Fixo Quando a moeda forte precisa flutuar

Dólar Flutuante e Dólar Fixo

Muito se discute sobre o que seria melhor para um país com relação ao valor do dólar. Há um certo saudosismo, por exemplo, quanto ao início do plano real, quando se comprava produtos estrangeiros pela internet com preços mais acessíveis.

Claro, o valor do real era maior que o dólar aqui dentro.

 

O que não se percebe é que o acosturamento de transição inteligente do plano real, em contrapartida, aumentando relativamente as importações, diminuiu as exportações.

Nossos produtos, em sua maioria primários, como os da agricultura, os da pecuária e matérias-primas para industrialização, se encareceram perante o dólar e, mesmo com a desoneração e isenção de alguns impostos, tornaram-se menos competitivos lá fora.

 

Há que se ver também que os consumidores de baixo poder aquisitivo apenas se beneficiaram da estabilização da moeda sobre os produtos básicos.

Acontece que a manutenção dos empregos dessa faixa de baixa remuneração sempre depende da balança comercial, aquecimento econômico e rotatividade financeira.

 

Até onde nosso consumo interno faz crescer mais a nossa economia do que as exportações?

Até onde o empreendedorismo que gera empregos pode sobreviver e crescer suas empresas nesses objetivos?

 

Isso é uma questão cíclica.

É aí que o Ministério da Fazenda e o Banco Central são essenciais nesta interferência, desde que enxerguem globalmente.

 

Até o próximo texto!

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