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Agressor de Bolsonaro agiu por conta própria “Inconformismo político”, diz a PF crédito:reprodução internet

Agressor de Bolsonaro agiu por conta própria “Inconformismo político”, diz a PF

O agressor do candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), Adélio Bispo de Oliveira foi indiciado pela prática pessoal por inconformismo político, crime do qual está previsto na Lei de Segurança Nacional.

 “No que tange à participação ou coautoria no local do evento, a partir de evidência colhidas, descarta-se o envolvimento de terceiros”, diz o inquérito.

O ataque contra o candidato ocorreu em 6 de setembro quando o presidenciável participava de campanha em Juiz de Fora na zona da mata de Minas Gerais.  Adélio foi preso em flagrante logo após o atentado, além de ter confessado a autoria do crime nas 3 ocasiões em que foi ouvido pela Polícia Federal.

Foram analisados mais de 250 gigabytes de informações em mídias, incluindo dados de celulares e do notebook do suspeito, assim como cerca de 600 documentos.

Cerca de 6 mil mensagens instantâneas e 1.060 e-mails serão analisados no 2º inquérito. Ainda há necessidade de novas quebras de, pelo menos, outros 6 e-mails e 3 telefones usados pelo investigado. (…)

De acordo com a PF, outros eventos da vida pretérita levantam suspeitas quanto ao planejamento do crime. Entre eles, está o cadastro em uma escola de tiro em Florianópolis (SC), frequentada por Carlos Bolsonaro. Segundo um dos depoimentos, no último dia de curso, o filho do candidato teria chegado à cidade.

“Neste dia, (…) Adélio Bispo de Oliveira teria demonstrado comportamento estranho, sempre olhando para a porta, entre outras reações não usuais”, afirma o depoimento. A polícia informou que este episódio será aprofundado no outro inquérito.

“A escolha da arma do crime, por sua vez, pode ser atribuída a uma facilidade com o manejo de facas, uma vez que trabalhou com o uso desta ferramenta em açougue e em restaurantes”, conclui a polícia.

De acordo com a Polícia Federal, Adélio Bispo poderá pegar uma pena entre 3 e 10 anos de prisão, no caso de lesão corporal grave, a pena pode ser dobrada.

 

Da redação com portais

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