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Boletos a partir de R$ 100, poderão ser pagos em qualquer banco Foto: Reprodução internet.

Boletos a partir de R$ 100, poderão ser pagos em qualquer banco

A partir do próximo sábado (13/10), boletos com valores iguais ou acima de R$ 100, inclusive os vencidos, poderão ser pagos em qualquer banco ou correspondente bancário, por meio da nova plataforma de cobrança da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Desde 25 de agosto, foi liberado o pagamento de boletos a partir de R$ 400.

A mudança tem sido gradual para diferentes valores e o cronograma inicial atrasou. Até 10 de novembro, todos os boletos de cartões de crédito, doações e outros pagamentos de qualquer valor, passarão a ser aceitos em todos os bancos.

A validação foi feita por etapas, segundo a Febraban, devido à grande utilização do meio de pagamento. Cerca de R$ 3,5 bilhões de boletos são emitidos por ano no Brasil, calcula a entidade.

Veja abaixo, o cronograma da nova plataforma de boletos:

A partir de 13/10/2018: boletos iguais ou acima de R$ 100.

A partir de 27/10/2018: boletos de qualquer valor.

A partir de 10/11/2018: boletos de cartões de crédito, doações e outros.

Segundo a Febraban, além do pagamento em qualquer agência bancária, a nova plataforma permite a identificação do CPF do pagador, facilitando o rastreamento das cobranças. Se os dados do boleto coincidirem com o sistema, a operação é validada.

De acordo com a Febraban, outro benefício da nova plataforma é uma maior transparência nos pagamentos, melhorando a gestão dos recebimentos das empresas, uma vez que as condições da operação negociada com os consumidores serão preservadas.

Além disso, o comprovante de pagamento é mais completo, apresentando todos os detalhes do boleto, (juros, multa, desconto e etc) e as informações do beneficiário e do pagador.

A nova plataforma também cruza informações para evitar inconsistências de pagamento, identificação do CPF do pagador do boleto para controle de lavagem de dinheiro e mais transparência na relação com o consumidor, de acordo com a Febraban.

 

Da redação com G1

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