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Collor queria indicar vice para continuar no grupo, afirma Renan Filho em entrevista na NN Governador concedeu entrevista a NN (Foto: Taisa Bibi)

Collor queria indicar vice para continuar no grupo, afirma Renan Filho em entrevista na NN

O governador do estado e candidato à reeleição, Renan Filho (MDB), foi o entrevistado do NN entrevista especial desta terça-feira (02/10) pela rádio Novo Nordeste FM. Renan havia recusado o convite anterior, feito a todos os candidatos ao governo do estado, por questões de agenda. Por esse motivo, a sabatina teve uma duração menor do que as realizadas com os demais candidatos.

Na entrevista, o governador confirmou que o senador e seu ex-adversário na disputa ao governo, Fernando Collor, fez chegar até ele a mensagem de que no período pré-eleitoral, desistiria de ser candidato ao governo do estado se conseguisse indicar o vice na chapa governista, o que segundo o governador, foi recusado de pronto.

“Ele [Collor] trabalhou nos bastidores, mas não chegou a falar nome, não seria de Arapiraca, não seria a Célia. E eu não aceito tirar meu vice Luciano, porque ele me ajuda governar Alagoas e fez um papel excelente na educação do nosso estado. É incorreto escolher um vice pensando no Senado Federal, política não deve ser feita assim, isso faz parte da velha política. Tenho 38 anos de idade, pra mim foi uma responsabilidade muito grande, transformei Alagoas”, completou Renan Filho.

Muito à vontade, o governador traçou ainda um panorama da sua vida política no futuro, evitando a sucessão de 2022 (quando não pode mais se candidatar ao governo e seria candidato ao senado, novamente, contra Collor). “Sou um jovem do quadro político nacional. Vou ver o que o alagoano quer, se eu enfrento uma outra candidatura ou se faço um doutorado fora para me especializar nos novos parâmetros políticos mundiais”, disse.

Renan também falou sobre o atual vice-governador, Luciano Barbosa, ser o seu sucessor no governo do estado. “Luciano é um dos nomes sim, mas temos que caminhar 4 anos, se chegarmos bem teremos condição pra isso. Ele é capaz, competente, dedicado, foi um grande prefeito para Arapiraca”.

O governador afirmou também que acredita na ideia de que, passada a eleição, o presidente eleito tem que convocar o Brasil e o Congresso Nacional para uma reflexão, para um pacto econômico e social. “O Brasil tem que evoluir em competitividade, gerar emprego, renda e oportunidade. Deve-se equilibrar a competitividade com as conquistas que o povo brasileiro teve. Acredito no equilíbrio, e o Haddad é o que melhor pode fazer isso, entre todos os candidatos, ele é o com mais experiência e densidade política. Ele é que tá mais preparado para enfrentar esse desafio”, afirmou.

 

Da redação

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