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Dorival é apresentado e já comanda a equipe diante do Bahia Crédito: reprodução internet

Dorival é apresentado e já comanda a equipe diante do Bahia

Atravessando um momento de crise após a eliminação na Copa do Brasil, o Flamengo voltou ao ponto de partida da gestão Bandeira de Mello e devolveu o comando do time à Dorival Junior. Apresentado na manhã deste sábado no hotel onde está a delegação rubro-negra em Salvador, o técnico se mostrou satisfeito com o legado deixado por Maurício Barbieri e garantiu que estará no comando da equipe na partida contra o Bahia, que acontece às 21h, na Fonte Nova, dando início ao contrato que termina no final do ano.

“Vim consciente de que nessas 12 partidas teremos uma Copa do Mundo ampliada. Espero contribuir com tudo aquilo que preparamos e vivenciamos ao longo dos anos. Chegamos em um momento importante para o clube e será fundamental termos a postura de um time que precisa de resultados. Me sinto preparado para um momento desse. Com certeza tentarei fazer o máximo possível para o Flamengo chegar aos seus objetivos”, afirmou o novo comandante.

Junto com o auxiliar Leonardo Porto e o analista de desempenho Lucas Silvestre, Dorival reencontra um Flamengo que apresenta uma estrutura melhor, assim como o quadro financeiro, mas está abalado pelo desempenho frustrado na Libertadores e Copa do Brasil. A primeira passagem do técnico pelo clube da Gávea foi em 2012, ainda na gestão de Patricia Amorim. A chegada do treinador foi movida por um grande esforço do vice-presidente de futebol Ricardo Lomba, que embora tenha encontrado resistência entre membros do clube, conseguiu estabelecer um cenário de mudança.

Por ainda não ter vivenciado um encontro com os jogadores, havia a expectativa de que Dorival ficasse no banco durante a partida entre Bahia e Flamengo, que acontece neste sábado. Entretanto, o novo comandante rubro-negro afirmou que não há motivo para estar acompanhando a partida da arquibancada e garantiu que estará a beira do gramado em busca de correções.

- Não tem problema não. Vou ficar na beira do campo. Não teria motivo para ficar na arquibancada. É uma situação que foge um pouco de uma normalidade, mas não tenho receio de enfrentar. É importante a presença do treinador. Não importa se terei pouco contato com jogadores. Ali dentro, posso auxiliar, estar ligado nos movimentos. E, de repente, buscar correções naturalmente.

 

Da redação, com Msn

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