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Funcionário do Correios explica a deficiência na entrega de correspondências Representante dos trabalhadores dos Correios e Telégrafos, James Magalhães. Foto: Jânio Barbosa.

Funcionário do Correios explica a deficiência na entrega de correspondências

Em março deste ano, o Ministério de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações emitiu a Portaria nº 1.203 estabelecendo novos critérios e metas para implementação de um novo modelo de distribuição de correspondência domiciliar para serem cumpridos pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT.

O novo formato DDA (Distribuição Domiciliária Alternada), estabelece que as correspondências sejam entregues dia sim, dia não nas residências.

De acordo com o representante dos trabalhadores do Correios e Telégrafos, James Magalhães, nos últimos anos, a empresa vem sofrendo um sucateamento. “Nos últimos anos, a gente vem sofrendo com o sucateamento, principalmente, no último governo que realizou dois planos de demissão voluntárias, e mais de 7 mil funcionários deixaram o Correios, e ninguém foi contratado. O último concurso foi em 2011”.

Segundo Magalhães, o novo modelo de distribuição piorou a situação dos funcionários e da população que está sendo prejudicada. “Com o DDA, as 32 áreas que abrangiam Arapiraca foram reduzidas para 22. Isso para maquiar o sistema. O número de carteiros é o mesmo, mas aumentaram as áreas para cada funcionário”.

James disse ainda que a população está prejudicada e que muitos não entendem que a culpa não é dos funcionários. “O distrito do carteiro ficou bem maior, antes ele não conseguia dar conta e agora que não consegue mesmo. Estamos sobrecarregados e a população que saí perdendo”.

O Correios não entrega correspondência em ruas que não possuem CEP. A exemplo de loteamento e ruas projetadas.

 

Da redação com reportagem de Jânio Barbosa

 

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