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Suspeitos na morte de sargento em PE, pai e filhos vinham recebendo ameaças Reprodução internet

Suspeitos na morte de sargento em PE, pai e filhos vinham recebendo ameaças

O triplo homicídio registrado nas primeiras horas desta quinta-feira (11/10) no povoado Capricho, zona rural de Igaci, levantou uma série de dúvidas na cabeça das pessoas, mas logo vieram os primeiros esclarecimentos até as dúvidas serem sanadas.

Os três homens, pai e dois filhos, eram suspeitos de assassinarem um policial militar a facadas no município de Garanhuns, interior de Pernambuco,  haviam pedido garantias de vida para se apresentarem à justiça.

Segundo informações repassadas à reportagem, os corpos encontrados no povoado foram identificados como Sebastião José Severo, o pai, Alexandre Porfírio Severo e Fabiano Porfírio Severo, os filhos. Eles pretendiam se apresentarem à justiça pernambucana, mas temiam pela vida, já que estavam recebendo ameaças.

Ainda de acordo com o que foi repassado para a reportagem do Portal NN1, advogados dos suspeitos haviam entrado com uma petição na justiça de Garanhuns no dia 27 de setembro, pedindo garantias de vida aos clientes, já que os suspeitos demonstravam “extremo temor de retaliação por parte da família do policial que estaria promovendo ameaças”.

Os três mortos eram suspeitos de assassinarem a golpes de faca peixeira, o sargento da Polícia Militar de Pernambuco, José Adeildo dos Santos. O militar que comandava o grupamento de Caetés, ainda tentou correr após ser golpeado, mas acabou caindo e morreu no local, o crime aconteceu no dia 5 de setembro de 2018.

Confusão antiga

Em depoimento, Sebastião José Severo (o pai) declarou que a confusão com José Adeildo teve início em 2013 quando registrou um boletim de ocorrência contra o militar, após ser, segundo ele, ameaçado de morte na porta da sua residência. Três anos depois do primeiro caso, Sebastião José disse ainda ter sido agredido na frente de um oficial de justiça, dentro da sua propriedade pelo próprio militar.

Os dois fatos teriam sido registrados na polícia de Garanhuns, mas que segundo a família dos três suspeitos, não teria havido uma devida apuração. A partir desse momento, a confusão teria ficado ainda maior, já que a família de Sebastião Severo passou a ter uma rixa com os militares da cidade.

Sebastião Severo alegou ainda que no dia da morte do sargento Adeildo, percebeu um veículo Toyota Corola com vidros escuros com alguns elementos dentro em atitude suspeita, próximo à sua residência, e que em seguida, ao sair da casa teria sido abordado pelo veículo e um dos ocupantes desceu dizendo ser policial militar, na sequência tentou sacar uma arma, mas foi impedido pelos filhos de Sebastião que a título de defesa seguraram o militar. Em seguida Sebastião Severo desferiu os golpes com a faca peixeira.

 

Da redação

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