09/12/2018 às 19h42min - Atualizada em 09/12/2018 às 19h42min

Lá vem doença mercadológica de novo!

A doença DO mercado.

Erik Bispo
Foto: Reprodução internet

Cá estou eu, às 7:47 minutos, parado diante de uma farmácia de manipulação que só abre às 8:00.

Pouco tempo atrás, escrevi um artigo sobre as grandes redes de drogarias que abarcaram os grandes mercados consumidores e, talvez, alguém me ache por certo repetitivo com esse texto. Vai ver que preciso de remédios para ativar-me a inteligência.

A questão é que me peguei pensando por ser vítima hoje de duas questões:

A primeira, a volta do modismo de remédios como o Sal Amargo e o Cloreto de Magnésio.

Conversando com a farmacêutica ela falou que existe uma sazonalidade onde, muitas vezes, eles estocam o produto e os médicos não prescrevem, ou eles deixam de comprar estoque e os médicos retomam o “modismo”. Isso acontece com vários outros remédios.

Longe de mim questionar a eficácia de um remédio passado por um médico. Nada disso.

O que percebo é que muitas vezes oscilam entre remédios de mesma eficácia, não sei se por lob laboratorial ou por reação orgânica de cada paciente.

É aí que entra a segunda questão que me tragou hoje: as farmácias de manipulação, fazendo combinações prescritas a cada paciente e caso moléstico.

Isso mexe com o mercado farmacêutico...

Isso mexe com uma doença chamada microeconomia!

 

Até o próximo texto!

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