02/12/2019 às 17h12min - Atualizada em 02/12/2019 às 17h12min

PF prende quadrilha especializada em fabricação e venda de moeda falsa

Caso aconteceu no estado do Espírito Santo

Da Redação - com Ascom/PF
Reprodução/Ascom
A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (02/12) a Operação Marduque, com objetivo de combater crime de fabricação e venda de moeda falsa por intermédio de aplicativo de mensagem para compradores em diversos estados da federação.
 
A operação contou com a participação de 17 policiais federais, sendo realizado o cumprimento de três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva nos municípios de Vitória e Viana (ES).
 
No transcorrer do cumprimento das ordens judiciais, foi localizada grande quantidade de cédulas falsas no domicílio do investigado preso preventivamente, resultando também na sua prisão em flagrante, uma vez que tal conduta configurou o crime de ter a guarda, disposto no parágrafo 1º do art. 289 do Código Penal Brasileiro.
 
Ainda houve a apreensão de equipamentos utilizados para contrafação (falsificação), bem como equipamentos de mídia em geral.

 
Entenda o caso
 
Trata-se de investigação de esquema de falsificação de cédulas de real, que teve início com o recebimento de notícia crime apresentada pelos Correios, em virtude da interceptação de objetos postados em Vitória para diversos estados, contendo em seu interior as cédulas falsas de reais e postadas por um mesmo remetente que se utilizava de nome falso. O investigado utilizava grupos de aplicativo de mensagem para a venda das cédulas.
 
Em outro caso investigado na operação, o envolvido usava as cédulas falsas para compra de produtos anunciados em site de vendas de produtos no Espírito Santo.
 

O nome da operação
 
MARDUQUE foi o pseudônimo utilizado pelo principal investigado na prática dos crimes, de modo irônico, uma vez que significa deus protetor da cidade da Babilônia, pertencente a uma geração tardia de deuses da antiga Mesopotâmia, como também um nome utilizado como vilão em um game.
 

Crimes investigados
 
Os investigados responderão pelos crimes de falsificação e guarda de moeda falsa, presente no art.289 do Código Penal, cuja pena varia de 3 a 12 anos de reclusão.
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