segunda-feira, 8 agosto, 2022
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VÍDEO – HE do Agreste abre 20 leitos de UTI e 30 de enfermaria para pacientes com Covid e demais síndromes respiratórias

De acordo com Bárbara Albuquerque, o Hospital de Emergência do Agreste (HEA) se reestruturou para adaptar-se à nova realidade.

Os casos de síndromes gripais e de Covid-19 têm aumentado em Alagoas e causado preocupação aos gestores da saúde no estado. Em Arapiraca, o Hospital de Emergência do Agreste (HEA) se reestruturou para adaptar-se à nova realidade e agora tem uma ala exclusiva para síndrome respiratória aguda grave.

A reportagem da NN FM conversou com Bárbara Albuquerque, gerente do HE do Agreste, sobre essa reorganização. Ela explica que o Hospital de Emergência do Agreste é porta aberta para os traumas e recebe diariamente vítimas de acidentes de diversos municípios do Agreste e Sertão, entretanto, com a pandemia, precisou se reorganizar para atender os pacientes acometidos pelo coronavírus.

“Quando os casos de Covid diminuíram, há cerca de três meses, nós recebemos novas propostas e implantamos um setor para atender exclusivamente pacientes vítimas de AVC-Acidente Vascular Cerebral. Agora, os casos de Covid voltaram a aumentar e os casos de outras síndromes gripais também aumentaram muito, então, nós abrimos 20 leitos de UTI e 30 de enfermaria para receber pacientes com Covid e demais síndromes respiratórias”, explica Bárbara Albuquerque.

Segundo ela, quando o paciente chega ao hospital com sintomas de síndrome respiratória, é feito o teste para Covid-19, se der positivo, o paciente é levado para a ala de síndrome respiratória aguda grave, onde ficará isolado dos pacientes com as demais síndromes respiratórias. “Dos pacientes que estão ocupando os leitos, uma minoria é de Covid, a grande maioria foi acometida por outras síndromes gripais”, destaca a gerente do HE do Agreste.

Bárbara Albuquerque alerta que, novamente, nós estamos passando por um período crítico, onde a Covid e as demais síndromes gripais estão se disseminando, e população precisa entender a importância da vacinação.

“A gente sabe que a síndrome respiratória aguda grave, independentemente de ser Covid ou não, se espalha pela falta de higienização das mãos e pelas aglomerações. Então, fazer a higienização é importantíssimo, o uso da máscara, principalmente em ambiente fechado, é fundamental e a vacina é imprescindível. Quem ainda não tomou a segunda dose ou a dose de reforço, procure um posto e se vacine. A vacina salva vidas”, aponta.

Veja a entrevista:

Reprodução: NN Play

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