Aposentadorias do INSS acima do mínimo terão reajuste abaixo do IPCA
Para os aposentados que recebem acima do teto do salário mínimo, valor máximo vai de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,54 em 2026
Por Metrópoles
09 de Janeiro de 2026 às 14:03
Imagem: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítica (IBGE), o salário de pensionistas e aposentados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem acima do teto do salário mínimo deverá subir, no máximo, de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,54 em 2026. Isso corresponde a ajuste de 3,90% a partir de fevereiro — o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência geral para a inflação, encerrou o ano com alta de 4,26%.
O valor final ainda será divulgado pelo Ministério da Previdência, que pode sinalizar ajustes de arredondamento.
O valor final ainda será divulgado pelo Ministério da Previdência, que pode sinalizar ajustes de arredondamento.
A variação corresponde ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O indicador teve elevação de 0,21%, em dezembro, e ficou 0,18 ponto percentual acima do resultado de novembro (0,03%). Em dezembro de 2024, o INPC havia sido de 0,48%.
O aumento de 3,90% aplicado aos benefícios do INSS acima do salário mínimo será o mais baixo desde 2023, quando o INPC registrou 3,71%. Em comparação, no ano anterior, o índice de reajuste havia sido de 4,77%.
A correção será feita de acordo com a inflação, sem aumento real acima dos preços.
Os preços de bens e serviços do país ficaram mais caros em 0,33%, em dezembro, após acelerar 0,18% em novembro, avanço de 0,15 ponto percentual. Nos últimos 12 meses, a inflação acumula alta de 4,26%, ainda acima do centro da meta (3,0%), mas, pela primeira vez no terceiro governo Lula, abaixo do teto, que é de 4,5%.
O aumento de 3,90% aplicado aos benefícios do INSS acima do salário mínimo será o mais baixo desde 2023, quando o INPC registrou 3,71%. Em comparação, no ano anterior, o índice de reajuste havia sido de 4,77%.
A correção será feita de acordo com a inflação, sem aumento real acima dos preços.
Os preços de bens e serviços do país ficaram mais caros em 0,33%, em dezembro, após acelerar 0,18% em novembro, avanço de 0,15 ponto percentual. Nos últimos 12 meses, a inflação acumula alta de 4,26%, ainda acima do centro da meta (3,0%), mas, pela primeira vez no terceiro governo Lula, abaixo do teto, que é de 4,5%.
Os benefícios reajustados com base no novo salário mínimo, fixado em R$ 1.621 para 2026, começam a ser pagos a partir de 26 de janeiro aos segurados que recebem o piso nacional. Já para aqueles com rendimento superior ao mínimo, os créditos passam a ser liberados a partir de 2 de fevereiro.
O reajuste integral será aplicado aos aposentados e pensionistas que já estavam com o benefício ativo em 1º de fevereiro de 2025. Para quem teve a concessão após essa data, o aumento inicial será proporcional ao período de recebimento, considerando a quantidade de meses desde a concessão.
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