Em entrevista à NN FM, diretora do Hospital de Emergência do Agreste fala sobre problemas com tomógrafo
Bárbara Albuquerque disse que novo equipamento deverá estar funcionando em fevereiro
Por Redação NN1
20 de Janeiro de 2026 às 09:05
Imagem: Reprodução NN Play
Bárbara Albuquerque, diretora-geral do Hospital de Emergência do Agreste (HEA) de Arapiraca, concedeu entrevista à NN FM na manhã desta terça-feira (20). Entre os problemas que a unidade de referência em traumas no Agreste do estado enfrenta, está a falta do tomógrafo.
A unidade atende 46 cidades, e sobre o tomógrafo, Bárbara esclareceu que "somos um hospital de trauma, com 23 anos de existência, nosso tomógrafo tinha oito anos de uso, quebrou, passou dois meses e meio sem funcionar, foi solicitado orçamento, compra de peça, quando o equipamento voltou a funcionar passou um mês funcionando, e na semana do Natal deu defeito".
A diretora explicou que um novo equipamento já foi adquirido pelo Governo do Estado, "foi adquirido, porém precisa de estruturação da sala, para receber o novo tomógrafo, que é de outra marca". Albuquerque enfatizou que "não estamos deixando de realizar o exame, estamos enviando para um local de referência para que os exames sejam realizados".
Sobre a data de funcionamento, Bárbara disse que "não quero dizer datas, mas acredito que ate o começo de fevereiro estará funcionando".
Superlotação
A gestora admitiu que há, sim, pacientes nos corredores devido à superlotação, mas atribuiu a situação à imprudência no trânsito. "Somos um hospital de referência, com grande capacidade, são 184 leitos e 4 UTIs, porem a população e si não tem a consciência dos cuidados que precisam ter no trânsito, pacientes alcoolizados, que chegam poli traumatizados e que acabam demandando um tempo maior de internação".
"Mas é melhor o paciente assistido do corredor do que está em outra unidade que não tenha os especialistas que a gente tem", completou. Sobre a demora de cirurgias, Bárbara explicou que "não fazemos cirurgia de segundo tempo, fazemos cirurgia de fratura exposta, que tragam risco de morte, as outras são eletivas, nem todo paciente tem indicação de ficar internado, por não correr risco de morte".
"O número de pacientes graves vem aumentando porque a população não se conscientiza de como deve agir em relação aos Leis de Trânsito", finalizou.
Denúncia
A respeito de denúncias de que profissionais estariam apenas batendo o ponto e indo embora da unidade sem trabalhar, Albuquerque disse que "com a superlotação que a gente tem, se a nossa equipe não estiver trabalhando, a gente não da conta dos pacientes, isso ai não tem fundamento. E além do ponto temos uma equipe gestora que acompanha o dia a dia do hospital".
A unidade atende 46 cidades, e sobre o tomógrafo, Bárbara esclareceu que "somos um hospital de trauma, com 23 anos de existência, nosso tomógrafo tinha oito anos de uso, quebrou, passou dois meses e meio sem funcionar, foi solicitado orçamento, compra de peça, quando o equipamento voltou a funcionar passou um mês funcionando, e na semana do Natal deu defeito".
A diretora explicou que um novo equipamento já foi adquirido pelo Governo do Estado, "foi adquirido, porém precisa de estruturação da sala, para receber o novo tomógrafo, que é de outra marca". Albuquerque enfatizou que "não estamos deixando de realizar o exame, estamos enviando para um local de referência para que os exames sejam realizados".
Sobre a data de funcionamento, Bárbara disse que "não quero dizer datas, mas acredito que ate o começo de fevereiro estará funcionando".
Superlotação
A gestora admitiu que há, sim, pacientes nos corredores devido à superlotação, mas atribuiu a situação à imprudência no trânsito. "Somos um hospital de referência, com grande capacidade, são 184 leitos e 4 UTIs, porem a população e si não tem a consciência dos cuidados que precisam ter no trânsito, pacientes alcoolizados, que chegam poli traumatizados e que acabam demandando um tempo maior de internação".
"Mas é melhor o paciente assistido do corredor do que está em outra unidade que não tenha os especialistas que a gente tem", completou. Sobre a demora de cirurgias, Bárbara explicou que "não fazemos cirurgia de segundo tempo, fazemos cirurgia de fratura exposta, que tragam risco de morte, as outras são eletivas, nem todo paciente tem indicação de ficar internado, por não correr risco de morte".
"O número de pacientes graves vem aumentando porque a população não se conscientiza de como deve agir em relação aos Leis de Trânsito", finalizou.
Denúncia
A respeito de denúncias de que profissionais estariam apenas batendo o ponto e indo embora da unidade sem trabalhar, Albuquerque disse que "com a superlotação que a gente tem, se a nossa equipe não estiver trabalhando, a gente não da conta dos pacientes, isso ai não tem fundamento. E além do ponto temos uma equipe gestora que acompanha o dia a dia do hospital".
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