Brasil lidera ranking de contratações e figura no top 3 de gastos
Mais de 450 jogadores foram contratados por times brasileiros na janela de transferências de janeiro. O país gastou quase R$ 1 bilhão
Por Metrópoles
05 de Fevereiro de 2026 às 13:38
Imagem: Adriano Fontes/Flamengo
Nenhum país do mundo contratou mais do que o Brasil na janela de transferências de janeiro, de acordo com um relatório da Fifa. Ao todo, 456 jogadores vieram jogar no futebol brasileiro, quase o dobro da Espanha, que está na segunda posição. Em questão de gastos, o esporte local está no top 3, atrás da Inglaterra e da Itália.
De todas as transferências, 351 contratos foram assinados após o término do vínculo com o clube anterior, 40 foram retornos de empréstimo, 37 em caráter permanente e 28 por empréstimo. A Espanha, segunda no ranking, recebeu 244 atletas.
Ao todo, os clubes do Brasil gastaram US$ 180 milhões (cerca de R$ 948 milhões). A Premier League, líder no quesito, somou US$ 363 milhões (cerca de R$ 1,9 bilhão). A Série A italiana completa o pódio, com US$ 284 milhões (aproximadamente R$ 1,4 bilhão).
O valor informado pela Fifa ainda não considera a transferência de Lucas Paquetá ao Flamengo. O meia custou 42 milhões de euros (cerca de R$ 260 milhões). Assim, o futebol brasileiro ultrapassaria R$ 1 bilhão em investimentos.
De todas as transferências, 351 contratos foram assinados após o término do vínculo com o clube anterior, 40 foram retornos de empréstimo, 37 em caráter permanente e 28 por empréstimo. A Espanha, segunda no ranking, recebeu 244 atletas.
Ao todo, os clubes do Brasil gastaram US$ 180 milhões (cerca de R$ 948 milhões). A Premier League, líder no quesito, somou US$ 363 milhões (cerca de R$ 1,9 bilhão). A Série A italiana completa o pódio, com US$ 284 milhões (aproximadamente R$ 1,4 bilhão).
O valor informado pela Fifa ainda não considera a transferência de Lucas Paquetá ao Flamengo. O meia custou 42 milhões de euros (cerca de R$ 260 milhões). Assim, o futebol brasileiro ultrapassaria R$ 1 bilhão em investimentos.
Além das estatísticas, o Brasil foi um dos países que mais vendeu atletas. A receita alcançou US$ 155 milhões (aproximadamente R$ 815 milhões).
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