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Petróleo volta a romper a casa dos US$ 100 após China suspender exportação

Barril tem valorização de 2,82% nas últimas 24 horas e é negociado a US$ 100,79. No momento, o dólar está em alta

Por Metrópoles

· 2 min de leitura

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Petróleo volta a romper a casa dos US$ 100 após China suspender exportação
Foto: Divulgação
O barril do petróleo voltou a ultrapassar a casa dos US$ 100 nesta quinta-feira (1º/10). A alta ocorre após a China anunciar a suspensão das exportações do item.

Às 11h10, o barril do petróleo tipo brent, a referência do mercado internacional, era negociado a US$ 10,79, com valorização de 2,82%. Diante deste cenário, a moeda norte-americana tem forte valorização (0,42%), sendo negociada a R$ 5,20.

A guerra no Oriente Médio, entre Estados Unidos, Irã e Israel começou em 28 de fevereiro e é o principal fator para a alta no produto neste ano.

Nos dias anteriores ao conflito, o preço do barril de petróleo tipo brent variava na casa dos US$ 70. Com a escalada bélica, o item chegou a ultrapassar os US$ 120.

Em meio a momentos de arrefecimento na guerra, o preço do petróleo chegou a ficar perto dos US$ 90. No entanto, uma retomada na troca de ataques fez o item ter nova alta.

Navegação


Os preços do petróleo variam diante de restrições à navegação pelo Estreito de Ormuz,  uma importante rota do comércio global para vários produtos.

Um dos exemplos da relevância da passagem para o comércio entre os países é a quantidade de petróleo que passa pelo local — de 20% a 25% de todo o combustível fóssil consumido no mundo.

O estreito é a principal via de saída do petróleo produzido na região do Golfo Pérsico, que inclui a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, o Kuwait, o Iraque e o próprio Irã.

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