PF prende estagiário suspeito de vender senhas para fraudar contas no INSS
Polícia Federal (PF) prendeu estagiário em flagrante em Marília, interior de SP. Ele é suspeito de inserir dados falsos em sistemas do INSS
Por Metrópoles
· 1 min de leitura
Um estagiário suspeito de inserir dados falsos em sistemas internos do Insituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi preso em flagrante pela Polícia Federal (PF) na manhã dessa terça-feira (27/10) em Marília, interior de São Paulo.
De acordo com a PF, o suspeito atuava em uma agência de Previdência Social no município inserindo dados falsos em sistemas internos para emitir senhas provisórias de acesso a contas no Gov.br de forma fraudulenta.
A investigação começou após um procedimento interno do INSS identificar indícios de que estagiários estariam sendo aliciados a vender as senhas de acesso pelo valor de R$ 4.
Uma auditoria interna foi aberta e apontou atendimentos incompatíveis com o fluxo regular da agência, o que levou à comunicação do caso à polícia.
Os atendimentos suspeitos emitiam diversas senhas provisórias sem que houvesse atendimento aos usuários. Foram apreendidos computadores da agência e o celular do investigado, que serão submetidos a perícia.
A atuação contou com informações e apoio técnico da Equipe de Prevenção, Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos do INSS (ETIR INSS) e da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP).
De acordo com a PF, o suspeito atuava em uma agência de Previdência Social no município inserindo dados falsos em sistemas internos para emitir senhas provisórias de acesso a contas no Gov.br de forma fraudulenta.
A investigação começou após um procedimento interno do INSS identificar indícios de que estagiários estariam sendo aliciados a vender as senhas de acesso pelo valor de R$ 4.
Uma auditoria interna foi aberta e apontou atendimentos incompatíveis com o fluxo regular da agência, o que levou à comunicação do caso à polícia.
Os atendimentos suspeitos emitiam diversas senhas provisórias sem que houvesse atendimento aos usuários. Foram apreendidos computadores da agência e o celular do investigado, que serão submetidos a perícia.
A atuação contou com informações e apoio técnico da Equipe de Prevenção, Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos do INSS (ETIR INSS) e da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP).