Votação antecipada nos EUA bate recorde com mais de 49 milhões de eleitores
Eleições só são na terça-feira (3/11), no entanto, o sistema de votação dos Estados Unidos permite que os eleitores votem antecipamente
Por Metrópoles
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Mais de 49 milhões de norte-americanos já votaram antecipadamente nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, até essa sexta-feira (30). O número supera os 45,9 milhões de votos, registrado antes da eleição de 2022, até então um recorde.
As eleições só são na terça-feira (3/11), no entanto, o sistema de votação dos Estados Unidos permite que os eleitores votem antecipadamente, presencialmente ou por correspondência.
Segundo dados do Laboratório Eleitoral da Universidade da Flórida, a maioria dos votantes é registrada como democrata: 43.4%. Outros 31.6% são republicanos, partido do presidente Donald Trump. Essas estatísticas não representam votos efetivos, já que a contagem só começa no dia da eleição.
O estado com maior comparecimento às urnas até o momento é o Texas, com mais de 6 milhões de votos. O estado é considerado chave neste pleito, já que concentra o segundo maior número de deputados do país.
A lei denominada Uniformed and Overseas Citizens Absentee Voting Act (Lei de Voto por Correspondência para Cidadãos no Exterior e Membros das Forças Armadas) permite que todo norte-americano vote pelo correio, caso deseje. O mecanismo permite que cidadãos dos EUA residentes no exterior exerçam o direito ao voto.
A modalidade é alvo de constantes críticas de Donald Trump, que acusa o sistema de fraudes. Em março, ele publicou um decreto que limita quem pode votar por correspondência. Mas, em setembro, a Suprema Corte proibiu que as medidas fossem implementadas para esta eleição.
Papa Leão
As eleições só são na terça-feira (3/11), no entanto, o sistema de votação dos Estados Unidos permite que os eleitores votem antecipadamente, presencialmente ou por correspondência.
Segundo dados do Laboratório Eleitoral da Universidade da Flórida, a maioria dos votantes é registrada como democrata: 43.4%. Outros 31.6% são republicanos, partido do presidente Donald Trump. Essas estatísticas não representam votos efetivos, já que a contagem só começa no dia da eleição.
O estado com maior comparecimento às urnas até o momento é o Texas, com mais de 6 milhões de votos. O estado é considerado chave neste pleito, já que concentra o segundo maior número de deputados do país.
A lei denominada Uniformed and Overseas Citizens Absentee Voting Act (Lei de Voto por Correspondência para Cidadãos no Exterior e Membros das Forças Armadas) permite que todo norte-americano vote pelo correio, caso deseje. O mecanismo permite que cidadãos dos EUA residentes no exterior exerçam o direito ao voto.
A modalidade é alvo de constantes críticas de Donald Trump, que acusa o sistema de fraudes. Em março, ele publicou um decreto que limita quem pode votar por correspondência. Mas, em setembro, a Suprema Corte proibiu que as medidas fossem implementadas para esta eleição.
Papa Leão
Um dos votos antecipados foi do papa Leão XIV, que se tornou o primeiro líder da Igreja Católica a votar em uma eleição nacional. O pontífice é norte-americano e resolveu exercer o direito ao voto. “Exerceu seu direito de voto como cidadão dos Estados Unidos, sempre que teve a possibilidade. Em consonância com essa prática consolidada de participação cívica”, informou a Santa Sé nessa sexta.
Eleição de meio de mandato
Eleição de meio de mandato
A eleição vai renovar quase todo o Congresso norte-americano. No país, os deputados têm mandatos de dois anos e os senadores, de seis. Dessa forma, os eleitores vão escolher os ocupantes das 435 cadeiras da Câmara e 35 das 100 do Senado.