MPE aciona Justiça eleitoral após Zema entrar com celular para votar
Candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) disse que não foi avisado e entrou com o aparelho por hábito
Por Metrópoles
· 2 min de leitura
O Ministério Público Eleitoral (MPE) ajuizou, neste domingo (4), uma ação contra o candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) por ter entrado com o celular na cabine de votação, em Araxá (MG), no Alto Paranaíba.
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), Carlos Henrique Perpétuo Braga, afirmou que a Justiça vai analisar o caso, que pode gerar inclusive detenção.
Em uma publicação no X, Zema afirmou que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou a ferramenta “Colinha Virtual” e o MPE ajuíza uma ação contra ele “por usar o celular”.
O candidato também alfinetou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que se “tivesse roubado um celular e falasse que era pra comprar uma cervejinha estaria tudo bem”.
Mais cedo, quando questionado sobre o celular, Zema afirmou que entrou com o aparelho por hábito, não foi avisado pelos mesários e que levou a colinha em papel.
“Eu ando com celular o dia todo, é quase como se fosse um dedo. Ninguém me lembrou ali, eu fui votar normalmente. Não fotografei nada, não fiz nada com o celular ali, só votei mesmo. Tinha no papel [a colinha], levei no papel. Se tivessem me alertado eu entregava [o celular] na hora”, disse o candidato do Novo após votar.
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), Carlos Henrique Perpétuo Braga, afirmou que a Justiça vai analisar o caso, que pode gerar inclusive detenção.
Em uma publicação no X, Zema afirmou que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou a ferramenta “Colinha Virtual” e o MPE ajuíza uma ação contra ele “por usar o celular”.
O candidato também alfinetou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que se “tivesse roubado um celular e falasse que era pra comprar uma cervejinha estaria tudo bem”.
Mais cedo, quando questionado sobre o celular, Zema afirmou que entrou com o aparelho por hábito, não foi avisado pelos mesários e que levou a colinha em papel.
“Eu ando com celular o dia todo, é quase como se fosse um dedo. Ninguém me lembrou ali, eu fui votar normalmente. Não fotografei nada, não fiz nada com o celular ali, só votei mesmo. Tinha no papel [a colinha], levei no papel. Se tivessem me alertado eu entregava [o celular] na hora”, disse o candidato do Novo após votar.