Influenciadores são presos por esquema de bets de R$ 84 milhões, na Bahia
A Polícia Civil da Bahia (PCBA) apura a exploração ilegal de jogos de azar, como apostas eletrônicas e slots clandestinos
Por Metrópoles
· 2 min de leitura
Quatro influenciadores digitais foram presos pela Polícia Civil da Bahia (PCBA) nesta quinta-feira (8/10), durante uma operação que investiga um esquema de jogos ilegais com movimentação financeira de R$ 84,8 milhões. Os suspeitos foram localizados na mesma residência, em Casa Nova (BA).
A ação faz parte das Operações Felis e Influência Oculta, deflagradas também em São Raimundo Nonato (PI). Segundo a corporação, os investigados são dois homens, de 31 e 22 anos, e duas mulheres, de 25 e 28 anos. Também foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão.
A ação faz parte das Operações Felis e Influência Oculta, deflagradas também em São Raimundo Nonato (PI). Segundo a corporação, os investigados são dois homens, de 31 e 22 anos, e duas mulheres, de 25 e 28 anos. Também foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão.
A investigação começou após a Delegacia Territorial de Casa Nova identificar uma ascensão patrimonial abrupta e incompatível dos influencers que atuavam no município.
Segundo a Polícia Civil, os investigados não tinham ocupações lícitas declaradas, mas exibiam nas redes sociais viagens internacionais de luxo, imóveis em condomínios fechados e frotas de veículos.
Ainda conforme a investigação, eles utilizavam o alcance das publicações para atrair seguidores e apostadores para plataformas de apostas não autorizadas pelo Ministério da Fazenda.
Os sites, segundo a polícia, estavam hospedados fora do domínio legal “.bet.br” e não tinham controles de idade ou mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro.
“Para persuadir o público, divulgavam simulações de falsos ‘ganhos astronômicos’, links dinâmicos e falsas promessas de enriquecimento rápido”, explicou o delegado Thiago Pessoa.
A PCBA apura a exploração ilegal de jogos de azar, como apostas eletrônicas e slots clandestinos, além de associação criminosa e lavagem de capitais.
Operação
Durante a operação, os policiais apreenderam um automóvel, duas caminhonetes, dois quadriciclos, diversos reboques, uma estrutura automotiva de som de alta potência e quatro geradores de energia.
Segundo a Polícia Civil, os investigados não tinham ocupações lícitas declaradas, mas exibiam nas redes sociais viagens internacionais de luxo, imóveis em condomínios fechados e frotas de veículos.
Ainda conforme a investigação, eles utilizavam o alcance das publicações para atrair seguidores e apostadores para plataformas de apostas não autorizadas pelo Ministério da Fazenda.
Os sites, segundo a polícia, estavam hospedados fora do domínio legal “.bet.br” e não tinham controles de idade ou mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro.
“Para persuadir o público, divulgavam simulações de falsos ‘ganhos astronômicos’, links dinâmicos e falsas promessas de enriquecimento rápido”, explicou o delegado Thiago Pessoa.
A PCBA apura a exploração ilegal de jogos de azar, como apostas eletrônicas e slots clandestinos, além de associação criminosa e lavagem de capitais.
Operação
Durante a operação, os policiais apreenderam um automóvel, duas caminhonetes, dois quadriciclos, diversos reboques, uma estrutura automotiva de som de alta potência e quatro geradores de energia.
Os veículos foram avaliados em aproximadamente R$ 700 mil. O mais caro está avaliado em R$ 350 mil.
Também foram apreendidos uma pistola calibre .40, 26 munições do mesmo calibre, três carregadores, 30 munições calibre .36 e seis celulares.
A Justiça determinou ainda o bloqueio do valor milionário e o sequestro de valores relacionados à movimentação considerada atípica nos relatórios de inteligência financeira.
A operação foi realizada por equipes das Delegacias Territoriais de Casa Nova e Juazeiro, da 7ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Juazeiro) e do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (Gatti/Norte).
A operação foi realizada por equipes das Delegacias Territoriais de Casa Nova e Juazeiro, da 7ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Juazeiro) e do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (Gatti/Norte).