Cícera desapareceu após sair de casa para fazer uma caminhada. Dois dias depois, o corpo foi localizado em uma área de mata, em estado de decomposição e sem a parte de baixo das roupas.
Natural do Rio Grande do Sul, o condenado é reincidente no crime de estupro. Ele já havia cumprido pena por violência sexual e roubo no estado de origem. Durante o julgamento, Anderson confessou à defesa que matou Cícera.
O Conselho de Sentença reconheceu os três crimes apontados pelo Ministério Público de Alagoas (MPAL): feminicídio, estupro e ocultação de cadáver.
Durante a acusação, a promotora Viviane Farias sustentou que Cícera sofreu violência sexual antes de ser morta. Ela destacou que a vítima foi encontrada sem o short e a calcinha, em uma área de difícil acesso.
Já a defesa, representada pelo advogado Marcos Freire, tentou afastar as acusações de estupro e ocultação de cadáver. O defensor argumentou que os exames periciais não conseguiram comprovar a violência sexual, devido ao avançado estado de decomposição do corpo.
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