Evangélica, ex-Tiazinha relembra época de desfile e critica a festa
Suzana Alves contou como se sentiu, na época, com apenas 19 anos
Por Terra
18 de Fevereiro de 2026 às 10:45
Imagem: Reprodução/Instagram
Suzana Alves, ex-Tiazinha, usou as redes sociais para relembrar quando desfilou como rainha de bateria da escola de samba Tradição no Grupo Especial do Rio de Janeiro, em 1999. Hoje evangélica, ela afirmou que tem uma visão diferente da festa e que deseja influenciar gerações com uma “verdade que transforma”.
À época, a personagem estava no auge da fama e, segundo jornais, causou alvoroço na Marquês de Sapucaí. Em um vídeo publicado nesta terça-feira, 17, ela afirmou que o Brasil “parou” com a apresentação e que a escola teria perdido pontos e sido rebaixada em meio à repercussão.
“A imprensa do mundo inteiro estava ali. Eu era rainha de bateria, o sonho de muitas mulheres… mas, por dentro, ainda era uma menina de 19 anos tentando entender o tamanho de tudo aquilo”, escreveu na legenda do vídeo.
De acordo com Suzana, o momento foi “intenso, magnético, sedutor” e que “as coisas da carne” mexem com o desejo e o ego. Apesar do sucesso, ela relata que enfrentou consequências emocionais e passou noites “vivendo de pesadelos”. “Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz à morte.” Para ela, “o que parece vida pode ser ilusão. Liberdade pode ser prisão”, pontuou, ao citar a Bíblia.
“Você quase se sente adorada, mas nem todo arrepio vem de onde deveria vir. [...] O que parecia só brilho tinha bastidor. O que parecia só festa tinha pressão. O que parecia só sucesso tinha consequências”, disse.
Mais de 20 anos depois, Suzana afirma que não fala mais pela personagem Tiazinha. “Se um dia influenciei uma geração com a imagem que o mundo aplaudia, hoje escolho influenciar com a verdade que transforma”, declarou.
“Eu escolho a paz. Eu escolho ser antiquada. Eu escolho viver em conserva”, concluiu.
A expressão “em conserva” ganhou repercussão nesta semana após o desfile da Acadêmicos de Niterói, que levou à avenida uma fantasia com o tema “família em conserva”. Nos comentários da publicação, Suzana recebeu elogios do deputado federal Nikolas Ferreira e do ex-paquito Anderson Bourner.
À época, a personagem estava no auge da fama e, segundo jornais, causou alvoroço na Marquês de Sapucaí. Em um vídeo publicado nesta terça-feira, 17, ela afirmou que o Brasil “parou” com a apresentação e que a escola teria perdido pontos e sido rebaixada em meio à repercussão.
“A imprensa do mundo inteiro estava ali. Eu era rainha de bateria, o sonho de muitas mulheres… mas, por dentro, ainda era uma menina de 19 anos tentando entender o tamanho de tudo aquilo”, escreveu na legenda do vídeo.
De acordo com Suzana, o momento foi “intenso, magnético, sedutor” e que “as coisas da carne” mexem com o desejo e o ego. Apesar do sucesso, ela relata que enfrentou consequências emocionais e passou noites “vivendo de pesadelos”. “Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz à morte.” Para ela, “o que parece vida pode ser ilusão. Liberdade pode ser prisão”, pontuou, ao citar a Bíblia.
“Você quase se sente adorada, mas nem todo arrepio vem de onde deveria vir. [...] O que parecia só brilho tinha bastidor. O que parecia só festa tinha pressão. O que parecia só sucesso tinha consequências”, disse.
Mais de 20 anos depois, Suzana afirma que não fala mais pela personagem Tiazinha. “Se um dia influenciei uma geração com a imagem que o mundo aplaudia, hoje escolho influenciar com a verdade que transforma”, declarou.
“Eu escolho a paz. Eu escolho ser antiquada. Eu escolho viver em conserva”, concluiu.
A expressão “em conserva” ganhou repercussão nesta semana após o desfile da Acadêmicos de Niterói, que levou à avenida uma fantasia com o tema “família em conserva”. Nos comentários da publicação, Suzana recebeu elogios do deputado federal Nikolas Ferreira e do ex-paquito Anderson Bourner.
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