Trump ameça Venezuela e sinaliza ataques por terra “em breve”
Donald Trump volta a falar sobre ataque terrestre à Venezuela. Ele se manifestou durante reunião de gabinete nesta terça-feira (2/12)
Por Metrópoles
02 de Dezembro de 2025 às 19:25
Imagem: Trump ameça Venezuela e sinaliza ataques por terra “em breve” - Foto: Pete Marovich/Getty Images
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom contra a Venezuela, nesta terça-feira (2/12), durante reunião com seu gabinete, ao afirmar que ataques por terra podem ocorrer “muito em breve”. A fala, foi acompanhada de novas críticas ao governo de Nicolás Maduro e referências diretas ao que o republicano chama de “narcoterrorismo” na região.
Trump declarou que o país está “fazendo muito” para conter cartéis latino-americanos, mas que novas medidas estão a caminho.
“E vamos fazer por terra também. Vamos atacar muito em breve. E quando começarmos a atacar por terra, os números vão cair muito, e poderemos viver sem medo do filho ou da filha tomar um comprimido e morrer em 60 segundos.”
Trump declarou que o país está “fazendo muito” para conter cartéis latino-americanos, mas que novas medidas estão a caminho.
“E vamos fazer por terra também. Vamos atacar muito em breve. E quando começarmos a atacar por terra, os números vão cair muito, e poderemos viver sem medo do filho ou da filha tomar um comprimido e morrer em 60 segundos.”
O presidente norte-americano mencionou a Venezuela como foco central das operações. “A Venezuela tem sido realmente horrível. Mas outros países também. Mandam traficantes, assassinos, narcoterroristas para cá. Estamos tirando isso.”
Mobilização militar dos EUA mira Maduro
Mobilização militar dos EUA mira Maduro
As declarações ocorrem em meio a uma série de movimentos militares e diplomáticos adotados por Washington nas últimas semanas, todos apontando para um aumento da pressão sobre o governo de Nicolás Maduro, contestado internacionalmente e acusado pelos EUA de liderar o cartel de Los Soles, classificado como organização terrorista internacional.
Com essa designação, Washington abre margem legal para realizar operações militares transnacionais, inclusive sem autorização direta de organismos multilaterais.
Na última semana, os EUA intensificaram atividades militares no Caribe e em pontos estratégicos da América Latina, alegando combate ao narcotráfico.
Apesar da justificativa oficial, cresce o temor de que o discurso sobre “narcoterrorismo” esteja sendo usado como pretexto para uma ação direta contra Caracas.
As declarações feitas reiteram a postura agressiva que já havia adotado na última semana. Em uma ligação de Dia de Ação de Graças para militares, ele antecipou que os esforços para ataques terrestres contra o narcotráfico começarão “muito em breve”.
O republicano também se recusou a descartar a possibilidade de estender os ataques a suspeitos em outros países além da Venezuela, caso sejam identificados como traficantes para o mercado norte-americano. “Qualquer pessoa que esteja fazendo isso e vendendo em nosso país está sujeita a ataques”, declarou.
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