Polícia Civil investiga homicídio de supervisor do CRB como possível execução
DHPP pede apoio da população por meio do Disque Denúncia 181
Por Redação NN1
23 de Janeiro de 2026 às 15:21
Imagem: Joba tinha 33 anos - Foto: Reprodução
A Polícia Civil de Alagoas iniciou as investigações sobre a morte de Johanisson Carlos Lima Costa, de 33 anos, conhecido como Joba. Ele foi vítima de homicídio registrado nesta sexta-feira (23), no bairro Santa Lúcia, em Maceió. O caso passou a ser investigado como possível execução.
De acordo com os primeiros relatos, a vítima saiu de casa, como fazia diariamente, para se dirigir ao trabalho, na base do Clube de Regatas Brasil (CRB), onde exercia a função de supervisor da equipe de base.
Segundo testemunhas e análise preliminar de imagens de câmeras de videomonitoramento, uma mulher foi vista nas proximidades do edifício onde a vítima residia momentos antes do crime. As imagens mostram que ela permaneceu no local por um período, utilizando um telefone celular. No instante em que a vítima deixou o prédio, a mulher teria passado a acompanhá-la, também fazendo uso do aparelho.
Ainda conforme as informações apuradas, em determinado momento, foi ouvido um disparo de arma de fogo e, logo em seguida, um homem foi visto fugindo do local em uma bicicleta.
O caso será investigado pela equipe do 7º seguimento da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), coordenado pela delegada Camila Chacon, que não descarta a hipótese de crime passional, entre outras linhas investigativas.
A DHPP analisou as imagens de videomonitoramento e divulgou registros que mostram tanto a mulher que aguardava a vítima quanto o suposto autor do crime, com o objetivo de identificar e localizar os envolvidos. Informações que possam auxiliar nas investigações podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.
De acordo com os primeiros relatos, a vítima saiu de casa, como fazia diariamente, para se dirigir ao trabalho, na base do Clube de Regatas Brasil (CRB), onde exercia a função de supervisor da equipe de base.
Segundo testemunhas e análise preliminar de imagens de câmeras de videomonitoramento, uma mulher foi vista nas proximidades do edifício onde a vítima residia momentos antes do crime. As imagens mostram que ela permaneceu no local por um período, utilizando um telefone celular. No instante em que a vítima deixou o prédio, a mulher teria passado a acompanhá-la, também fazendo uso do aparelho.
Ainda conforme as informações apuradas, em determinado momento, foi ouvido um disparo de arma de fogo e, logo em seguida, um homem foi visto fugindo do local em uma bicicleta.
O caso será investigado pela equipe do 7º seguimento da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), coordenado pela delegada Camila Chacon, que não descarta a hipótese de crime passional, entre outras linhas investigativas.
A DHPP analisou as imagens de videomonitoramento e divulgou registros que mostram tanto a mulher que aguardava a vítima quanto o suposto autor do crime, com o objetivo de identificar e localizar os envolvidos. Informações que possam auxiliar nas investigações podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.
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