Após o acionamento, a equipe da DHPP compareceu ao local realizando o levantamento inicial das informações. Durante as diligências, foi relatado por um pescador presente no local que o crânio poderia pertencer ao seu sobrinho, também pescador, o qual teria desaparecido no mar em possível episódio de afogamento ocorrido há aproximadamente dois anos. Segundo informações colhidas, na ocasião, três pescadores teriam se envolvido em um incidente no mar, sendo que um conseguiu nadar até a costa, enquanto dois permaneceram desaparecidos.
Considerando as circunstâncias do achado e a ausência de elementos indicativos de prática de crime violento no local, foi dispensada a perícia do Instituto de Criminalística, não havendo necessidade de isolamento ou exame pericial in loco. O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado, tendo realizado o recolhimento do crânio para os procedimentos periciais cabíveis, especialmente no que concerne à identificação do material ósseo.
Ressalta-se que, até o presente momento, não há elementos suficientes que indiquem a ocorrência de homicídio, não sendo possível descartar, contudo, outras hipóteses, como: morte acidental por afogamento (conforme relato do pescador); ou eventual vilipêndio a cadáver.
As investigações poderão ser aprofundadas após a conclusão dos exames periciais a cargo do IML.
O delegado Eduardo Guerra fala sobre as investigações:
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