Presidente do TCE-MT é preso em operação da Polícia Federal
Operação Tomada de Contas investiga suspeitas de irregularidades em contratos e pagamentos no Tribunal de Contas de Mato Grosso; ação mobiliza mais de 180 policiais em três estados.
Por Redação NN1 com G1
· 2 min de leitura
O presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo de Almeida, foi preso nesta quinta-feira (29) durante uma operação da Polícia Federal que investiga suspeitas de irregularidades em contratos públicos e pagamentos a servidores da instituição. O procurador do TCE-MT, Grhegory Paiva Pires, também foi preso na operação. Não foi divulgado qual seria a participação deles no esquema.
Segundo a PF, o grupo suspendia pagamentos de contratos legítimos para manter recursos destinados a empresas de publicidade, facilitando o desvio de dinheiro público. A investigação identificou saques de R$ 500 mil pelo presidente do tribunal e movimentações de R$ 33 milhões por um dos suspeitos em apenas um ano.
Batizada de Operação Tomada de Contas, a ação mobilizou mais de 180 policiais federais e cumpriu seis mandados de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. As medidas foram autorizadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Além das prisões e buscas, a operação incluiu medidas para acessar informações protegidas por sigilo e bloquear bens relacionados à investigação.
A investigação busca esclarecer possíveis ligações entre depósitos bancários e retiradas frequentes de dinheiro em espécie realizadas nas dependências do tribunal. Os investigadores apuram se essas movimentações têm relação com as suspeitas envolvendo contratos e pagamentos na instituição.
Segundo a PF, o grupo suspendia pagamentos de contratos legítimos para manter recursos destinados a empresas de publicidade, facilitando o desvio de dinheiro público. A investigação identificou saques de R$ 500 mil pelo presidente do tribunal e movimentações de R$ 33 milhões por um dos suspeitos em apenas um ano.
Batizada de Operação Tomada de Contas, a ação mobilizou mais de 180 policiais federais e cumpriu seis mandados de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. As medidas foram autorizadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Além das prisões e buscas, a operação incluiu medidas para acessar informações protegidas por sigilo e bloquear bens relacionados à investigação.
A investigação busca esclarecer possíveis ligações entre depósitos bancários e retiradas frequentes de dinheiro em espécie realizadas nas dependências do tribunal. Os investigadores apuram se essas movimentações têm relação com as suspeitas envolvendo contratos e pagamentos na instituição.