Valdemar visita Jair Bolsonaro e critica carta de Flávio: "Não gostei".
Presidente do PL foi à casa do ex-presidente, que cumpre prisão domiciliar, após Flávio se declarar "o verdadeiro presidente eleito" do país
Por Redação NN1 com Metrópoles
· 2 min de leitura
O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, disse nesta quinta-feira (29/10) que não gostou da carta em que o senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado nas eleições presidenciais, apresentou-se como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. A declaração foi dada em frente ao condomínio do ex-presidente Jair Bolsonaro. Assista:
“Vou contar as novidades para ele, contar como está toda a situação para ele. Vai dar tudo certo”, disse.
Em seguida, o presidente do PL responde sobre o que achou da carta de Flávio: “Não gostei, não gostei”.
Valdemar foi à casa do ex-chefe do Planalto, que cumpre prisão domiciliar, após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) atender a um pedido da defesa. A visita ocorre em meio à crise no partido por causa da fuga de Flávio do Brasil.
Na tarde dessa quarta-feira (28/10), o senador publicou uma carta na qual se apresenta como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Minutos depois, republicou o texto nas redes sociais sem essa frase.
“Na noite de domingo, vi estarrecido uma fraude eleitoral se concretizar diante dos meus olhos”, afirma na carta.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reeleito após conquistar 64,2 milhões de votos no 2º turno — quase 4,5 milhões de votos a mais que Flávio. A eleição foi reconhecida pelo Judiciário brasileiro, por organismos internacionais e pela oposição, incluindo o PL, partido do candidato derrotado.
Fuga para os EUA
Em uma operação secreta, Flávio Bolsonaro saiu do Brasil após descumprir uma ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) para entregar seus passaportes à Polícia Federal. No trajeto da fuga, o político passou pela Argentina, fez escala no Equador e, finalmente, chegou aos Estados Unidos.
Também desembarcaram nos EUA, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, mulher do senador, usando um passaporte brasileiro, além de suas duas filhas adolescentes, Carolina e Luiza, de 14 e 12 anos, respectivamente.
Flávio deve pedir asilo político ao governo republicano e alegar que sofre perseguição, ameaças e violações graves de direitos no Brasil.
“Vou contar as novidades para ele, contar como está toda a situação para ele. Vai dar tudo certo”, disse.
Em seguida, o presidente do PL responde sobre o que achou da carta de Flávio: “Não gostei, não gostei”.
Valdemar foi à casa do ex-chefe do Planalto, que cumpre prisão domiciliar, após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) atender a um pedido da defesa. A visita ocorre em meio à crise no partido por causa da fuga de Flávio do Brasil.
Na tarde dessa quarta-feira (28/10), o senador publicou uma carta na qual se apresenta como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Minutos depois, republicou o texto nas redes sociais sem essa frase.
“Na noite de domingo, vi estarrecido uma fraude eleitoral se concretizar diante dos meus olhos”, afirma na carta.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reeleito após conquistar 64,2 milhões de votos no 2º turno — quase 4,5 milhões de votos a mais que Flávio. A eleição foi reconhecida pelo Judiciário brasileiro, por organismos internacionais e pela oposição, incluindo o PL, partido do candidato derrotado.
Fuga para os EUA
Em uma operação secreta, Flávio Bolsonaro saiu do Brasil após descumprir uma ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) para entregar seus passaportes à Polícia Federal. No trajeto da fuga, o político passou pela Argentina, fez escala no Equador e, finalmente, chegou aos Estados Unidos.
Também desembarcaram nos EUA, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, mulher do senador, usando um passaporte brasileiro, além de suas duas filhas adolescentes, Carolina e Luiza, de 14 e 12 anos, respectivamente.
Flávio deve pedir asilo político ao governo republicano e alegar que sofre perseguição, ameaças e violações graves de direitos no Brasil.