Moraes autoriza visitas de Tarcísio, Caiado e Derrite a Bolsonaro
Decisão de Moraes prevê visitas entre 24 de novembro e 11 de dezembro. Os encontros deverão seguir determinações judiciais já fixadas
Por Metrópoles
13 de Novembro de 2025 às 21:06
Imagem: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou, nesta quinta-feira (13), uma nova rodada de visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atendendo a um pedido formal da defesa.
A decisão estabelece um cronograma com datas entre 24 de novembro e 11 de dezembro de 2025, incluindo aliados como os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (União) e de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo.
Na terça-feira (11), Moraes já havia autorizado novas visitas de aliados a Jair, que cumpre prisão domiciliar. Após quase três meses de análise, Moraes liberou o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) para visitar o ex-mandatário no dia 21 de novembro, entre 9h e 18h.
A decisão estabelece um cronograma com datas entre 24 de novembro e 11 de dezembro de 2025, incluindo aliados como os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (União) e de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo.
Na terça-feira (11), Moraes já havia autorizado novas visitas de aliados a Jair, que cumpre prisão domiciliar. Após quase três meses de análise, Moraes liberou o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) para visitar o ex-mandatário no dia 21 de novembro, entre 9h e 18h.
Além de Nikolas, outros aliados de Bolsonaro também tiveram o pedido de visita autorizado. O ex-presidente segue em prisão domiciliar enquanto aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o cumprimento definitivo da pena imposta no inquérito do golpe.
Mais de 100 dias em prisão domiciliar
Mais de 100 dias em prisão domiciliar
Jair Bolsonaro já enfrenta mais de 100 dias de prisão domiciliar. Em julho, Alexandre de Moraes impôs medidas cautelares ao político por suspeita de obstrução da Justiça e tentativa de interferência em investigações, após articulações políticas dele e do filho Eduardo nos Estados Unidos.
Bolsonaro foi obrigado a usar tornozeleira eletrônica, cumprir recolhimento noturno e evitar contato com diplomatas ou redes sociais. Mesmo assim, participou por videochamada de manifestações pró-anistia, o que levou Moraes a decretar sua prisão domiciliar em 4 de agosto, citando descumprimento reiterado das restrições impostas.
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