Marco Rubio detalha 3 passos dos EUA na Venezuela para estabilização
Na coletiva, Rubio disse que irá extrair entre 30 e 50 milhões barris de petróleo e vender para reestruturar a Venezuela economicamente
Por Metrópoles
07 de Janeiro de 2026 às 16:39
Imagem: Kevin Dietsch/Getty Images
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, detalhou a estratégia norte-americana para reestruturar a economia e a política da Venezuela. Nesta quarta-feira (7), Rubio concedeu uma entrevista no Congresso dos EUA, após a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e da esposa dele, Cília Flores.
“Temos um processo em três etapas na Venezuela: a primeira é a estabilização do país. Vamos extrair entre 30 e 50 milhões barris de petróleo. Nós vamos vendê-lo no mercado. Esse dinheiro será, então, tratado de uma forma que nós vamos controlá-lo, de uma forma que beneficie as pessoas venezuelanas, não a corrupção, não o regime. Então, nós temos muito empoderamento para nos movermos à frente da estabilização”, destacou.
Após a captura de Maduro, Rubio enfatizou que a ação militar visa proteger interesses nacionais dos EUA, assim como beneficiar o povo venezuelano, que vivia sob regime ditatorial, com uma crise econômica severa.
Na entrevista concedida, o secretário norte-americano explicou que a comercialização “correta” do petróleo venezuelano e a distribuição correta deste capital ajudará a tirar o povo venezuelano da miséria.
Além da venda do petróleo para estabilizar o país financeiramente, Rubio descreve mais dois planos: abertura da comercialização para outros países e transição política.
“Temos um processo em três etapas na Venezuela: a primeira é a estabilização do país. Vamos extrair entre 30 e 50 milhões barris de petróleo. Nós vamos vendê-lo no mercado. Esse dinheiro será, então, tratado de uma forma que nós vamos controlá-lo, de uma forma que beneficie as pessoas venezuelanas, não a corrupção, não o regime. Então, nós temos muito empoderamento para nos movermos à frente da estabilização”, destacou.
Após a captura de Maduro, Rubio enfatizou que a ação militar visa proteger interesses nacionais dos EUA, assim como beneficiar o povo venezuelano, que vivia sob regime ditatorial, com uma crise econômica severa.
Na entrevista concedida, o secretário norte-americano explicou que a comercialização “correta” do petróleo venezuelano e a distribuição correta deste capital ajudará a tirar o povo venezuelano da miséria.
Além da venda do petróleo para estabilizar o país financeiramente, Rubio descreve mais dois planos: abertura da comercialização para outros países e transição política.
Rubio prevê que a parceria econômica da Venezuela com os EUA e países ocidententais ocasionaria em boa estabilidade financeira, além de aliança econômica para manter o país longe de crises humanitárias e assegurar transição política segura, no caso, com novas eleições.
“O segundo passo será um passo que chamamos de recuperação, e é garantir que os americanos, o oeste e outras empresas tenham acesso ao mercado venezuelano de uma forma justa. E também, ao mesmo tempo, começar a criar o processo de reconciliação nacionalmente dentro do Venezuela, para que as forças da oposição possam ser amnistiadas e liberadas, e de prisões, ou trazidas para o país e começarem a reconstruir a sociedade civil”, disse.
O braço direito de Donald Trump ainda explica sobre a terceira etapa do processo: “E, então, o terceiro passo, é, claro, um passo de transição. Alguns desses (passos do processo) vão se espalhar. Eu descrevi isso para eles (Venezuela) em detalhes.
“O segundo passo será um passo que chamamos de recuperação, e é garantir que os americanos, o oeste e outras empresas tenham acesso ao mercado venezuelano de uma forma justa. E também, ao mesmo tempo, começar a criar o processo de reconciliação nacionalmente dentro do Venezuela, para que as forças da oposição possam ser amnistiadas e liberadas, e de prisões, ou trazidas para o país e começarem a reconstruir a sociedade civil”, disse.
O braço direito de Donald Trump ainda explica sobre a terceira etapa do processo: “E, então, o terceiro passo, é, claro, um passo de transição. Alguns desses (passos do processo) vão se espalhar. Eu descrevi isso para eles (Venezuela) em detalhes.
Quem está à frente da Venezuela?
Após a nomeação de uma presidência interina devido à deposição de Nicolás Maduro, capturado dentro de seu bunker no último sábado (3/1), o cenário político venezuelano segue com incertezas.
Declarações de Delcy Rodríguez, responsável por assumir a presidência temporária da Venezuela e afirmações de Donald Trump expõem que a disputa pelo poder no país está em aberto.
Trump afirma que a Venezuela está sob a administração dos EUA após a prisão de Maduro até a transição do governo e, durante este tempo, as reservas de petróleo do país serão comercializadas e geridas pelo governo norte-americano.
Trump afirma que a Venezuela está sob a administração dos EUA após a prisão de Maduro até a transição do governo e, durante este tempo, as reservas de petróleo do país serão comercializadas e geridas pelo governo norte-americano.
Por outro lado, segundo a Constituição Venezuelana, Delcy será mantida no cargo por 90 dias pela Força-Armada Nacional Bolivariana para garantir a continuidade administrativa e a defesa da nação. Diante desse cenário, Rubio negocia com Delcy para prevalecer uma cooperação, sem necessidade de uma nova operação militar dos EUA até que a democracia se reestabeleça
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