A pedido da PF, Mendonça autorizou quebra de sigilos de Lulinha
A quebra de sigilos foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do SFT, a pedido da Polícia Federal
Por Metrópoles
26 de Fevereiro de 2026 às 17:22
Imagem: JUCA VARELLA/ESTADÃO CONTEÚDO
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha (foto em destaque), filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A decisão atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF) e foi tomada em janeiro deste ano, sob sigilo. A medida, confirmada pela coluna, ocorreu antes mesmo de a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovar, nesta quinta-feira (26), a quebra dos sigilos de Lulinha.
Segundo a PF, no âmbito das investigações sobre descontos indevidos aplicados a aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), surgiram citações ao nome de Lulinha.
Relatório da corporação indica a possibilidade de que ele tenha atuado como sócio oculto de Antônio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como operador central do esquema. Lulinha teria recebido mesada de cerca de R$ 300 mil do Careca do INSS.
A afirmação foi feita por uma testemunha à Polícia Federal. Trata-se de Edson Claro, um ex-empregado de Antunes que diz estar sendo perseguido por ele.
A decisão atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF) e foi tomada em janeiro deste ano, sob sigilo. A medida, confirmada pela coluna, ocorreu antes mesmo de a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovar, nesta quinta-feira (26), a quebra dos sigilos de Lulinha.
Segundo a PF, no âmbito das investigações sobre descontos indevidos aplicados a aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), surgiram citações ao nome de Lulinha.
Relatório da corporação indica a possibilidade de que ele tenha atuado como sócio oculto de Antônio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como operador central do esquema. Lulinha teria recebido mesada de cerca de R$ 300 mil do Careca do INSS.
A afirmação foi feita por uma testemunha à Polícia Federal. Trata-se de Edson Claro, um ex-empregado de Antunes que diz estar sendo perseguido por ele.
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