Uma operação nacional, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Políticas Penais, simultaneamente em 15 Estados brasileiros, entre eles, Alagoas, resultou na interrupção da comunicação entre presos do sistema prisional, ligados a facções criminosas, com comparsas que estão em liberdade.
Em Alagoas, as operações foram realizadas nos Presídios Baldomero Cavalcanti e Penitenciária de Segurança Máxima, em Maceió, e no Presídio do Agreste, em Girau do Ponciano, no Agreste alagoano.
Durante as buscas, foram apreendidos aparelhos celulares, carregadores, chips telefônicos, fones de ouvido, instrumentos perfurantes artesanais, anotações diversas e porções de substância análoga à droga. Os materiais apreendidos, principalmente os celulares, estavam escondidos nas celas dos presos e segundo as investigações, eram usados para que os líderes presos ordenassem assassinatos de rivais e mantivessem a estrutura do comércio de compra e venda de drogas em várias regiões de Alagoas.
Agora, as investigações serão centralizadas de como os celulares e as drogas entraram nos presídios.