Morte de supervisor do CRB: um é preso e três morrem em confronto com a polícia

Homem confessou participação no crime e disse que outros suspeitos estariam no Clima

Por Redação NN1 26 de Janeiro de 2026 às 09:05
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Morte de supervisor do CRB: um é preso e três morrem em confronto com a polícia
Imagem: Divulgação
Um homem suspeito de envolvimento no assassinato do coordenador da categoria de base do CRB, Johanisson Carlos Lima Costa de 33 anos, na última sexta-feira (23), foi preso no bairro de Santa Lúcia, em Maceió, durante ação policial, na manhã desse domingo (25). Mais três envolvidos morreram em confronto com a polícia. A motivação é de crime passional. E o mandante segue foragido.

Durante interrogatório, ele confessou que participou da execução do "Joba", como era conhecida a vítima, e informou que pretendia se apresentar à polícia. O homem, que ajudou na fuga do atirador, também afirmou que outros envolvidos, autor e dois cúmplices, no homicídio estavam escondidos no bairro Clima Bom. 

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP/AL), durante a abordagem policial, o autor e os cúmplices efetuaram disparos de arma de fogo contra os policiais, que revidaram, baleando os suspeitos. Eles não resistiram aos ferimentos e morreram.

Motivação

De acordo com as informações que foram repassadas pela delegada Tacyane Ribeiro durante coletiva realizada na Secretaria de Segurança Pública (SSP), na manhã desta segunda-feira (26), o crime foi passional. 

Joba teria tido um relacionamento, que acabou, e a ex estava se relacionando com outra pessoa, de nome Juan. A mulher teria terminado com o Juan, e estaria reatando o relacionamento com o Johanisson. Juan então, por ciúmes, contratou a execução.

A investigação indica ainda que o plano teria sido articulado desde dezembro e que o valor acordado para a execução foi de R$ 10 mil. Do total, R$ 4 mil teriam sido pagos em espécie antes do crime.

Juan segue foragido. A delegada orientou que ele se apresente à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para prestar depoimento. A Polícia Civil reforçou que informações podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque Denúncia 181.